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Por que o exame de próstata ainda é um tabu?

A projeção é que mais de 65 mil homens recebam o diagnóstico de câncer de próstata no Brasil neste ano. Alguns, com mais sorte, encontrarão a doença numa fase inicial, com plenas chances de cura. Outros, porém, descobrirão o câncer num estágio mais avançado, e, ainda que possam manter a doença sob controle por vários anos, terão chances diminutas de cura.

Um fator determinante para o homem cair no grupo do diagnóstico em fase inicial ou em estágio avançado é a realização de exames periódicos capazes de detectar a doença precocemente. A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) recomenda que a avaliação individualizada seja feita a partir dos 50 anos para todos os homens — e aos 45 anos em indivíduos com histórico familiar da doença ou de raça negra.

Essa avaliação inclui a dosagem do PSA, um exame de sangue, e o toque retal, ainda tão temido por alguns homens. Devo esclarecer que o PSA é uma proteína (cuja sigla quer dizer antígeno prostático específico em inglês) que fica aumentada na circulação na presença de vários problemas na próstata: pode ser câncer, infecção ou mesmo o crescimento benigno da glândula.

Sendo assim, seu valor precisa ser interpretado junto com outros dados. Caso venha alterado, é comum solicitar outros exames, como ressonância ou mesmo biópsia. Por mais que seja um bom método para rastrear o tumor, cerca de 18% dos casos de câncer escapam do PSA e só são percebidos com o toque retal.

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